Andar a pé
A Caminhada Rota do Oiro e da Água foi realizada, e envolveu cerca de 120 pessoas no evento, nas minas, no jantar convívio e no rancho folclore, pelos caminhos de Castromil – Sobreira e de Aguiar – Aguiar de Sousa.
Valeu a pena, e ainda vale mais, quando o interesse é por uma melhor Natureza e por um melhor Ambiente.
Pela manhã Aguiar e a Vila da Sobreira abriu as portas, projectando um vídeo que mostrava as minas de ouro de Castromil uma das potencialidades da região, a cargo da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.
Caminheiros em direccionaram-se às galerias do ouro para visita, mantendo assim o contacto com as rochas dentro das galerias, apreciando-se verdadeiramente a natureza dentro das minas de milhões de anos na terra de Paredes, Portugal.
Parque das merendas da Sobreira, comendo o seu farnel de almoçou. Junto do Rio Sousa.
De seguida pelas margens do Rios Sousa e Santa Comba, chegou-se à Senhora do Salto, que nos proporcionou uma belíssima vista entre as falésias geologicamente escarpadas com o seu verticalismo de 100m de altura de aspecto imponente e espectacular, mas temível e é a razão, que é muito designado por Boca ou Quelho do Inferno.
Subida pela serra de Pias, local de umas vistas deslumbrantes, vê-se com os nossos olhos Gondomar, Gaia, Porto, Valongo, Paredes, Penafiel, as terras em redor e ainda onde se avista três distritos, Porto Aveiro e Viseu.
Saliento contudo a Belíssima Quinta da Costa que nos proporcionou um Magnifico Jantar um bom serviço de estacionamento e um encontro dos caminheiros.
As notas negativas que nos marcaram na caminhada Rota do Ouro e da Água são:
1- Poluição desmedida e abismal da água do Rio Sousa
2- Poluição das margens e rio com componentes diversificados de materiais metidos no Rio e o vandalismo de zonas de riquíssima Beleza, assim como as minas, os moinhos o lugar as casas e a Região.
3- Os incêndios, destruidores de toda a floresta à volta de Aguiar de Sousa, com os seus inconvenientes que estes se vão fazer sentir na poluição das águas.
Esteve presente o Jornal de Noticias “Nacional”, que vai noticiar na segunda-feira e O Penafidelense “local”; a noticiar dia 21.
napoleao.monteiro@sapo.pt
Valeu a pena, e ainda vale mais, quando o interesse é por uma melhor Natureza e por um melhor Ambiente.
Pela manhã Aguiar e a Vila da Sobreira abriu as portas, projectando um vídeo que mostrava as minas de ouro de Castromil uma das potencialidades da região, a cargo da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.
Caminheiros em direccionaram-se às galerias do ouro para visita, mantendo assim o contacto com as rochas dentro das galerias, apreciando-se verdadeiramente a natureza dentro das minas de milhões de anos na terra de Paredes, Portugal.
Parque das merendas da Sobreira, comendo o seu farnel de almoçou. Junto do Rio Sousa.
De seguida pelas margens do Rios Sousa e Santa Comba, chegou-se à Senhora do Salto, que nos proporcionou uma belíssima vista entre as falésias geologicamente escarpadas com o seu verticalismo de 100m de altura de aspecto imponente e espectacular, mas temível e é a razão, que é muito designado por Boca ou Quelho do Inferno.
Subida pela serra de Pias, local de umas vistas deslumbrantes, vê-se com os nossos olhos Gondomar, Gaia, Porto, Valongo, Paredes, Penafiel, as terras em redor e ainda onde se avista três distritos, Porto Aveiro e Viseu.
Saliento contudo a Belíssima Quinta da Costa que nos proporcionou um Magnifico Jantar um bom serviço de estacionamento e um encontro dos caminheiros.
As notas negativas que nos marcaram na caminhada Rota do Ouro e da Água são:
1- Poluição desmedida e abismal da água do Rio Sousa
2- Poluição das margens e rio com componentes diversificados de materiais metidos no Rio e o vandalismo de zonas de riquíssima Beleza, assim como as minas, os moinhos o lugar as casas e a Região.
3- Os incêndios, destruidores de toda a floresta à volta de Aguiar de Sousa, com os seus inconvenientes que estes se vão fazer sentir na poluição das águas.
Esteve presente o Jornal de Noticias “Nacional”, que vai noticiar na segunda-feira e O Penafidelense “local”; a noticiar dia 21.
napoleao.monteiro@sapo.pt

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